O livro, confessa o autor, acolhe tentativas, tentações e atentados de crítica literária e cinematográfica. Ou, como diz Iná Camargo Costa: “É possível começar a ler este livro levando em conta que ele está organizado – porque são textos coligidos – de modo a configurar um grande arco capaz de ligar desde análises exaustivas de filmes de Woody Allen, Robert Altman, Joaquim Pedro de Andrade e Sergio Bianchi (entre outros) até uma diatribe envolvendo concurso literário e censura praticada pela nossa imprensa local”.
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Cinema & literatura
ISBN: 9788584743179O livro, confessa o autor, acolhe tentativas, tentações e atentados de crítica literária e cinematográfica. Ou, como diz Iná Camargo Costa: “É possível começar a ler este livro levando em conta que ele está organizado – porque são textos coligidos – de modo a configurar um grande arco capaz de ligar desde análises exaustivas de filmes de Woody Allen, Robert Altman, Joaquim Pedro de Andrade e Sergio Bianchi (entre outros) até uma diatribe envolvendo concurso literário e censura praticada pela nossa imprensa local”.
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Elizabeth Lorenzotti acompanhou esses acontecimentos durante 81 dias – entre 18 de junho e 7 de setembro de 2013. Quando explodiram as jornadas de protestos, conta a autora “entrei no Twitter e li: ‘Não precisamos de mídia partidarista, temos celulares!’. A tuitada daquele garoto, descobri em seguida, foi uma síntese perfeita de novos tempos na comunicação, para os quais a compreensão ainda é difícil.”
Os repórteres da mídia tradicional televisiva transmitiam do alto de edifícios, em razão da fúria dos manifestantes, que os expulsavam das ruas. Foi quando a autora encontrou no Facebook, a página N.I.N.J.A. (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação).
A Mídia Ninja chegou a picos de audiência de mais de 120 mil espectadores. E desde junho, em seis meses, atingiu cinco milhões de visualizações. Mas seu desempenho rendeu uma enxurrada de denúncias contra o coletivo que os abriga, o Fora do Eixo, e mais do que acaloradas discussões em artigos de jornais e revistas, e na rede. E, por outro lado, inúmeras reportagens em importantes órgãos da mídia internacional, do New York Times e Wall Street Journal ao El Pais, Le Monde, The Guardian e, até hoje, em muitos outros.
Do modelo analógico, ligado à lógica do líder de opinião, o mediador, emitindo do centro para a periferia – a Mídia de Massa – passa-se ao digital – a Massa de Mídias, a construção colaborativa de narrativas e conteúdos feitos por muitos atores que resulta em uma pluralidade de pontos de vista, como vários especialistas nos explicam ao longo deste livro.


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