Cinema

Cinema, representação e relações de gênero

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Os artigos do livro Cinema, representação e relações de gênero refletem o boom das pesquisas de gênero e sexualidade no campo da Comunicação e especificamente do cinema. O objetivo desta publicação, produzida pelo Grupo de Pesquisa de Cinema da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM), é reunir contribuições de diversos autores para o campo acadêmico de estudos que foram historicamente pouco explorados no Brasil e atualizar a bibliografia referencial a esse respeito. Esse novo olhar não descarta a interseccionalidade, essencial para se pensar os estudos de gênero, ressaltando os aspectos de raça e etnia, sexualidade e classe social que permeiam a discussão sobre essa representação. O livro é o primeiro de uma série que pretende colaborar para a ampliação da discussão de temas do conhecimento científico referentes à cultura cinematográfica que permanecem à margem das pesquisas acadêmicas no Brasil.

Meios e finais

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Meios e Finais – Conversas em Princeton é muito mais do que um livro de entrevistas com Ricardo Piglia. Como afirma Paul Firbas (organizador da obra) no prefácio: “A conversa é um dos gêneros prediletos de Piglia para a interseção entre a crítica e a ficção, e para buscar, de alguma forma, escapar do lugar de enunciação da academia e das autoridades. Sendo assim, tais conversas, logo convertidas em textos de crítica, configuram também os capítulos imaginários de algum romance epistolar entre amigos.”

A publicação surgiu a partir de uma roda de conversa, que aconteceu em novembro de 2010, entre o autor argentino e os professores e críticos literários Paul Firbas, Pedro Meira Monteiro e Fermín A. Rodríguez, sobre temas como cinema, política, tecnologia, leitura e controle social.

O título faz parte do selo Peixe-elétrico Ensaios, que apresenta ao leitor de língua portuguesa um conjunto de intervenções críticas em formato e-book.

O colecionador de sombras

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O colecionador de sombras reúne pela primeira vez a produção do jornalista Sérgio Augusto sobre cinema. A obra chega aos leitores exclusivamente em formato digital.

“Sérgio Augusto é, até onde sei, o único filho intelectual de um estranho casal formado pelo Cahiers du Cinéma e a New Yorker.”

“Os 66 textos que agora aparecem em sua tela são reflexo, em vários sentidos, da tela à qual dedicou grande parte de uma carreira brilhante, que em quase seis décadas passou pelo melhor do jornalismo brasileiro, dos jornais e revistas mainstream aos momentos heroicos e decisivos do Opinião e do Pasquim.”

“Assim arrumados em livro, estes ensaios publicados no Estado de S. Paulo entre 2001 e 2015 formam uma espécie de autobiografia intelectual e sentimental do jovem que ao ler uma crítica de Moniz Vianna decidiu: “‘É isto que eu quero ser na vida’. Ou seja, ser capaz de assistir a um filme e depois escrever uma porção de coisas inteligentes a seu respeito”. Um projeto que, como se viu e verá aqui, saiu melhor do que a encomenda.”

Trechos do prefácio inédito, por Paulo Roberto Pires.