Artes e comunicação

Cultura japonesa 7: a Era Meiji

R$14,90

Era Meiji: 150 anos do início de uma época em que os samurais assumiram papel central na revolução que sacudiu o Japão feudal

A essência da história japonesa está sintetizada na Era Meiji (1868), um grande marco da história japonesa. Os leitores compreenderão a Restauração Meiji, revolução promovida pelos samurais em uma época crítica para o Japão, que havia se isolado do mundo por muito tempo. A única forma que o país tinha para não ser dominado pelas potências mundiais seria por meio de uma revolução capitaneada pela própria classe dominante do país, os samurais.

Drummond caricaturista

R$9,90

A Coleção S/Z foi idealizada pensando em oferecer a pesquisadores e apaixonados por artes e literatura, ensaios e artigos, sempre inéditos, escritos por intelectuais de grande relevância da área de estudos culturais. A ideia é colocar em cena o pensamento acadêmico de ponta antes mesmo de sua publicação definitiva em livros e revistas especializadas, promovendo assim o debate e a inovação com a agilidade que somente edições digitais em formato breve podem realizar.S/Z é um convite ao que o pensamento da área de humanas tem de mais fascinante: repensar o mundo em toda a sua complexidade através da arte e da cultura.

Neste número o poeta Eucanaã Ferraz apresenta um ensaio instigante sobre “uma das diversões de Carlos Drummond de Andrade, a autocaricatura”.

Eco-arte com crianças

R$79,90

Vento, chuva e sol são ferramentas de energia nas vivências em que a dinamarquesa Anna Marie Holm realiza com as crianças. Em um mergulho eco-artístico, que traz fôlego e esperança, espaços de pesquisa são criados de forma sustentável e a partir de um olhar atento sobre e com a natureza.

Eco-arte com crianças é um registro de criações poéticas que contribuem para a preservação do planeta. É, ainda, um rico material …

Encontro com a imprensa

R$9,90

A imprensa é um canal de comunicação permanente entre a sociedade e as instituições públicas e privadas, e entre cidadãos.

O poder da imprensa faz com que ela seja identificada como responsável por desempenhar papel essencial na construção das democracias.

Para quem é notícia nem sempre é fácil compreender o jornalista.

Todas as práticas têm regras e rituais e o jornalismo não é diferente de nenhuma delas. Possui limites e injunções próprias, de natureza técnica, ideológica e ética.

Durante mais de vinte e cinco anos, Olga Curado esteve nas redações de jornais, de televisão, ouvindo as fontes, selecionando e divulgando notícias.

Do lado de cá, como consultora de Comunicação, observou a imprensa na perspectiva da fonte. Recolheu algumas respostas que podem ser úteis no relacionamento entre quem informa e quem noticia. Muitas perguntas ainda estão sem respostas.

Enquanto o tempo não passa

R$14,90

Com extrema sensibilidade, inteligência e capacidade de interpretação do aspecto psicológico dos personagens das histórias escolhidas, Stella Florence nos oferece nesta obra crônicas sobre a arte nas suas mais diversas manifestações: filmes, livros, peças, canções. Ela transita pelo mito de O fantasma da ópera às canções de Lupicínio Rodrigues, de O poderoso chefão a Franz Kafka, de Branca de neve a O crepúsculo dos deuses. Leveza e pontos para se  refletir tem de sobra em Enquanto o tempo não passa, um livro delicado e profundo, que pode ser lido de várias maneiras. Ideal para estes tempos diferentes de tudo que já experimentamos.

Escrita não criativa e autoria

R$11,90

Os artigos reunidos neste livro tematizam questões que discutem a condição da autoria no presente considerando os procedimentos da escrita não-criativa e a possibilidade de pensar o autor como um curador. O ponto de partida de muitos ensaios são as premissas defendidas por Kenneth Goldsmith, professor da universidade da Pensilvânia, que ministrou durante alguns semestres um curso que ele mesmo chamou de “Escrita não-criativa” e que consistia em estimular seus alunos a investigarem técnicas de apropriação de obras alheias, defendendo a ideia de que os “escritores estão se tornando curadores da linguagem e fazendo um movimento similar à emergência do curador como artista nas artes virtuais”.

Esse Aires

R$19,90

Este volume do selo Peixe-elétrico Ensaios é todo dedicado ao romance Memorial de Aires, de Machado de Assis. São ao todo sete ensaios, mais o posfácio assinado por Hélio de Seixas Guimarães, fruto de um encontro de críticos e pesquisadores reunidos em Lisboa, no ano de 2017. 1. Abel Barros Baptista e Clara Rowland – I can not, etc. 2. Humberto Brito – A expressão sem nome 3. Joana Matos Frias – Das negativas: preterição e ventriloquacidade no estilo-Aires 4. Amândio Reis – Viver é um ofício cansativo: biografia, escrita e apagamento em Memorial de Aires 5. Ariadne Nunes – Pare no D 6. Luciana Schoeps – O autor defunto Aires e as rasuras do manuscrito de Esaú e Jacob: postura enunciativa, narrador e imagem autoral 7. Pedro Meira Monteiro – Minados pelo tempo: sujeito e vontade no Memorial de Aires Posfácio: Sobre restos, rasuras, elipses et cetera (Hélio de Seixas Guimarães)

Estação terminal

R$14,90

Este bloco é seu país

R$9,90

A Coleção S/Z foi idealizada pensando em oferecer a pesquisadores e apaixonados por artes e literatura, ensaios e artigos, sempre inéditos, escritos por intelectuais de grande relevância da área de estudos culturais. A ideia é colocar em cena o pensamento acadêmico de ponta antes mesmo de sua publicação definitiva em livros e revistas especializadas, promovendo assim o debate e a inovação com a agilidade que somente edições digitais em formato breve podem realizar.S/Z é um convite ao que o pensamento da área de humanas tem de mais fascinante: repensar o mundo em toda a sua complexidade através da arte e da cultura.

Neste número o ensaísta Fred Góes apresenta uma visão inusitada sobre o carnaval no Brasil.

Explorando os entremeios

R$39,90
Cultura & comunicação na literatura de João Guimarães Rosa.

O presente volume interdisciplinar reúne 13 contribuições de autores brasileiros e europeus das áreas da filologia, estudos culturais e comunicação que versam sobre os paradigmas da comunicação e da intersubjetividade na obra narrativa de João Guimarães Rosa. Aproximando-se dos meandros literários de Rosa, responsáveis pela íntima concepção internacionalizante de Brasil na sua obra, o volume enfoca dinâmicas que perpassam extensões linguísticas, ontológicas e culturais da literatura rosiana. Na radicalidade da criação literária de Rosa refletem-se a transgressão linguística e o diálogo entre poética negativa e antropologia. Um fenômeno central que nos preocupa é sua exploração dos entre-espaços, dos limiares – que achamos por bem sintetizar na noção do entremeio. Desse modo, Rosa engendra uma dialética da comunicabilidade do incomunicável, buscando assim criar uma forma de acesso ao inacessível através de seu imaginário linguístico e compreensão da comunicação numa acepção ritualística. Tenciona-se destacar a importância da obra de Rosa como precursora das rupturas epistemológicas no logos ocidental pós-moderno, antecipando formas de pensar a subjetividade e a alteridade que só se sistematizariam mais tarde na filosofia, nos estudos pós-coloniais, estudos de gênero e fenomenologia do estranho.

Feminismo & príncipes encantados

R$40,00

“No bojo de um verdadeiro renascimento do movimento feminista a partir das mídias sociais, um grupo de “meninas” resolveu reler as histórias das princesas da Disney a partir das questões teóricas levantadas pelo conceito de gênero. “Ninguém nasce princesa, torna-se”, diriam, parafraseando Simone de Beauvoir.

Com seu estudo “Feminismo e príncipes encantados: a representação feminina nos filmes de princesa da Disney”, desenvolvido em 2013, Fernanda Breder foi a pioneira dessa linha de estudos dentro da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu trabalho repercutiu e inspirou outras pesquisas sobre as princesas, abordando novos aspectos, como o novo papel reservado às vilãs e a representação da mulher oriental nesses desenhos. (…)

Dividido em “princesas clássicas”, “princesas rebeldes” e “princesas contemporâneas”, o trabalho de Fernanda desconstrói a ideia de que este imaginário construído pela Disney seja monolítico. Pelo contrário, mostra que, até por necessidade de alcançar uma audiência cujos valores estão em constante mutação, pode ser contextualizado e historicizado. A dona de casa exemplar Branca de Neve cede lugar à guerreira Valente, que se recusa a casar.”

Trecho do prefácio escrito por Cristiane Costa, Doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ.

O livro inclui ainda um estudo sobre as personagens Elsa e Anna, do filme “Frozen”.

Furoshiki

R$27,90

Um convite aos leitores para compreender o conteúdo do Furoshiki através das ideias e dicas preciosas que estão ilustrados passo a passo nos 47 tutoriais.

Intervenções: álbum de crítica

R$14,90

Intervenções: álbum de crítica, de Ricardo Lísias, reúne seus trabalhos de crítica e intervenção no espaço público nos últimos quinze anos. Neste apanhado o autor confirma que, além de ser um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea, situa-se igualmente entre os melhores jovens críticos literários do Brasil. Tal como se vê em seus romances e contos, nos trabalhos de leitura aqui reunidos evidencia-se o radical compromisso de Lísias com a estética & a política, indissociáveis em seus discurso e prática. Na contramão de tantas leituras atuais, seus textos sobre Marcelo Mirisola, Luiz Rufato, Bernardo Carvalho e Daniel Galera, entre outros autores, são funda mentais para a crítica de suas obras. Mas Lísias também se envereda por nossa tradição, avaliando os legados de Drummond e Orides Fontela, por exemplo. E vai além, ao abordar grandes autores da literatura mundial, como James Joyce, ou, mais contemporaneamente, Jonathan Littell, com seu polêmico romance As benevolentes. Lísias também é um dos mais bem informados escritores do país sobre a literatura latino-americana, particularmente a argentina, sendo essenciais suas observações sobre Antônio Di Benedetto, escritor argentino que só agora começa a ser conhecido entre nós. Por fim, seu compromisso político com a mudança da realidade o leva a se enveredar por temos polêmicos, como os sem-terra e os sem-teto ou os prêmios literários. O que ressalta do conjunto é, então, a enorme coerência de seu projeto crítico e literário, que não recua em tentar fazer da literatura e da linguagem um instrumento de libertação.

Jornalismo século XXI

R$14,90

Jornalismo século XXI – O modelo #MídiaNINJA registra a trajetória inicial deste coletivo midialivrista, cuja história está ligada à dos vários coletivos espalhados pelo país e pelo mundo. Uma experiência que começou abalando o establishment da comunicação jornalística. Com seus smartphones, eles protagonizaram a grande novidade na cobertura das Jornadas de Junho.

Elizabeth Lorenzotti acompanhou esses acontecimentos durante 81 dias – entre 18 de junho e 7 de setembro de 2013. Quando explodiram as jornadas de protestos, conta a autora “entrei no Twitter e li: ‘Não precisamos de mídia partidarista, temos celulares!’. A tuitada daquele garoto, descobri em seguida, foi uma síntese perfeita de novos tempos na comunicação, para os quais a compreensão ainda é difícil.”

Os repórteres da mídia tradicional televisiva transmitiam do alto de edifícios, em razão da fúria dos manifestantes, que os expulsavam das ruas. Foi quando a autora encontrou no Facebook, a página N.I.N.J.A. (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação).

A Mídia Ninja chegou a picos de audiência de mais de 120 mil espectadores. E desde junho, em seis meses, atingiu cinco milhões de visualizações. Mas seu desempenho rendeu uma enxurrada de denúncias contra o coletivo que os abriga, o Fora do Eixo, e mais do que acaloradas discussões em artigos de jornais e revistas, e na rede. E, por outro lado, inúmeras reportagens em importantes órgãos da mídia internacional, do New York Times e Wall Street Journal ao El Pais, Le Monde, The Guardian e, até hoje, em muitos outros.

Do modelo analógico, ligado à lógica do líder de opinião, o mediador, emitindo do centro para a periferia – a Mídia de Massa – passa-se ao digital – a Massa de Mídias, a construção colaborativa de narrativas e conteúdos feitos por muitos atores que resulta em uma pluralidade de pontos de vista, como vários especialistas nos explicam ao longo deste livro.

Mário Peixoto antes e depois de Limite

R$19,90

O encanto me despertou para Limite (1931), encanto sempre mantido. Faço um recorte da vida de Mário Peixoto (1908-1992) a partir de sua homossexualidade, muitas vezes dita, mas pouco estudada. Trata-se de uma pesquisa em realização que teve como ponto de partida, em grande parte, material inédito como cartas, os Cadernos Verdes (diário da infância a 1935), Diário da Inglaterra (1927) e depoimentos de mais de setenta pessoas, entre amigos, parentes e contemporâneos de Mário Peixoto. Todo esse material inédito está no Arquivo Mário Peixoto, sendo que os diários só foram recentemente disponibilizados em formato digital.

A proposta seria apenas contribuir para minimizar uma lacuna em nossa bibliografia de uma leitura gay da vida de artistas brasileiros, e dos modernistas, em particular? Seria possível atualizar o passado a partir de um olhar queer não apenas por meio de uma história de representações de LGBTTQIA+ e de dissidências sexuais, mas de sensações? Seria uma experiência…

Medida por medida

R$14,90

Seleção de textos do crítico e professor Alcir Pécora, do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, publicados na revista CULT. Pécora tem se destacado não apenas por seus trabalhos sobre Antonio Vieira e oratória sacra, como também por vir acompanhando e avaliando sistematicamente a produção literária, mas também das ciências humanas, nas últimas décadas, tanto do Brasil como de outros quadrantes. Atento para as tarefas, contingências e falências dos sistemas de criação e pensamento, é uma voz bem incomum no panorama contemporâneo. O volume conta ainda com um prefácio do professor de filosofia Denilson Cordeiro.