Furoshiki
R$27,90Um convite aos leitores para compreender o conteúdo do Furoshiki através das ideias e dicas preciosas que estão ilustrados passo a passo nos 47 tutoriais.
Um convite aos leitores para compreender o conteúdo do Furoshiki através das ideias e dicas preciosas que estão ilustrados passo a passo nos 47 tutoriais.
Em um mundo saturado de informações, por que tantas mensagens falham em gerar impacto real? Em IMPACTE, Jotta Junior investiga as falhas mais comuns da comunicação e apresenta um caminho prático para transformar ideias em conexões que realmente funcionam.
Intervenções: álbum de crítica, de Ricardo Lísias, reúne seus trabalhos de crítica e intervenção no espaço público nos últimos quinze anos. Neste apanhado o autor confirma que, além de ser um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea, situa-se igualmente entre os melhores jovens críticos literários do Brasil. Tal como se vê em seus romances e contos, nos trabalhos de leitura aqui reunidos evidencia-se o radical compromisso de Lísias com a estética & a política, indissociáveis em seus discurso e prática. Na contramão de tantas leituras atuais, seus textos sobre Marcelo Mirisola, Luiz Rufato, Bernardo Carvalho e Daniel Galera, entre outros autores, são funda mentais para a crítica de suas obras. Mas Lísias também se envereda por nossa tradição, avaliando os legados de Drummond e Orides Fontela, por exemplo. E vai além, ao abordar grandes autores da literatura mundial, como James Joyce, ou, mais contemporaneamente, Jonathan Littell, com seu polêmico romance As benevolentes. Lísias também é um dos mais bem informados escritores do país sobre a literatura latino-americana, particularmente a argentina, sendo essenciais suas observações sobre Antônio Di Benedetto, escritor argentino que só agora começa a ser conhecido entre nós. Por fim, seu compromisso político com a mudança da realidade o leva a se enveredar por temos polêmicos, como os sem-terra e os sem-teto ou os prêmios literários. O que ressalta do conjunto é, então, a enorme coerência de seu projeto crítico e literário, que não recua em tentar fazer da literatura e da linguagem um instrumento de libertação.
Jornalismo século XXI – O modelo #MídiaNINJA registra a trajetória inicial deste coletivo midialivrista, cuja história está ligada à dos vários coletivos espalhados pelo país e pelo mundo. Uma experiência que começou abalando o establishment da comunicação jornalística. Com seus smartphones, eles protagonizaram a grande novidade na cobertura das Jornadas de Junho.
Elizabeth Lorenzotti acompanhou esses acontecimentos durante 81 dias – entre 18 de junho e 7 de setembro de 2013. Quando explodiram as jornadas de protestos, conta a autora “entrei no Twitter e li: ‘Não precisamos de mídia partidarista, temos celulares!’. A tuitada daquele garoto, descobri em seguida, foi uma síntese perfeita de novos tempos na comunicação, para os quais a compreensão ainda é difícil.”
Os repórteres da mídia tradicional televisiva transmitiam do alto de edifícios, em razão da fúria dos manifestantes, que os expulsavam das ruas. Foi quando a autora encontrou no Facebook, a página N.I.N.J.A. (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação).
A Mídia Ninja chegou a picos de audiência de mais de 120 mil espectadores. E desde junho, em seis meses, atingiu cinco milhões de visualizações. Mas seu desempenho rendeu uma enxurrada de denúncias contra o coletivo que os abriga, o Fora do Eixo, e mais do que acaloradas discussões em artigos de jornais e revistas, e na rede. E, por outro lado, inúmeras reportagens em importantes órgãos da mídia internacional, do New York Times e Wall Street Journal ao El Pais, Le Monde, The Guardian e, até hoje, em muitos outros.
Do modelo analógico, ligado à lógica do líder de opinião, o mediador, emitindo do centro para a periferia – a Mídia de Massa – passa-se ao digital – a Massa de Mídias, a construção colaborativa de narrativas e conteúdos feitos por muitos atores que resulta em uma pluralidade de pontos de vista, como vários especialistas nos explicam ao longo deste livro.
O encanto me despertou para Limite (1931), encanto sempre mantido. Faço um recorte da vida de Mário Peixoto (1908-1992) a partir de sua homossexualidade, muitas vezes dita, mas pouco estudada. Trata-se de uma pesquisa em realização que teve como ponto de partida, em grande parte, material inédito como cartas, os Cadernos Verdes (diário da infância a 1935), Diário da Inglaterra (1927) e depoimentos de mais de setenta pessoas, entre amigos, parentes e contemporâneos de Mário Peixoto. Todo esse material inédito está no Arquivo Mário Peixoto, sendo que os diários só foram recentemente disponibilizados em formato digital.
A proposta seria apenas contribuir para minimizar uma lacuna em nossa bibliografia de uma leitura gay da vida de artistas brasileiros, e dos modernistas, em particular? Seria possível atualizar o passado a partir de um olhar queer não apenas por meio de uma história de representações de LGBTTQIA+ e de dissidências sexuais, mas de sensações? Seria uma experiência…
Seleção de textos do crítico e professor Alcir Pécora, do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, publicados na revista CULT. Pécora tem se destacado não apenas por seus trabalhos sobre Antonio Vieira e oratória sacra, como também por vir acompanhando e avaliando sistematicamente a produção literária, mas também das ciências humanas, nas últimas décadas, tanto do Brasil como de outros quadrantes. Atento para as tarefas, contingências e falências dos sistemas de criação e pensamento, é uma voz bem incomum no panorama contemporâneo. O volume conta ainda com um prefácio do professor de filosofia Denilson Cordeiro.
Meios e Finais – Conversas em Princeton é muito mais do que um livro de entrevistas com Ricardo Piglia. Como afirma Paul Firbas (organizador da obra) no prefácio: “A conversa é um dos gêneros prediletos de Piglia para a interseção entre a crítica e a ficção, e para buscar, de alguma forma, escapar do lugar de enunciação da academia e das autoridades. Sendo assim, tais conversas, logo convertidas em textos de crítica, configuram também os capítulos imaginários de algum romance epistolar entre amigos.”
A publicação surgiu a partir de uma roda de conversa, que aconteceu em novembro de 2010, entre o autor argentino e os professores e críticos literários Paul Firbas, Pedro Meira Monteiro e Fermín A. Rodríguez, sobre temas como cinema, política, tecnologia, leitura e controle social.
O título faz parte do selo Peixe-elétrico Ensaios, que apresenta ao leitor de língua portuguesa um conjunto de intervenções críticas em formato e-book.
Mottainai Tenugui – um novo embrulho japonês criativo e sustentável, floresce na Primavera do Brasil. É o terceiro e-book da autora e designer Sofia Nanka Kamatani, um convite para insights criativos que nascem do “kokoro” (coração) japonês do design de superfície, assim como a transição do formato do tecido quadrado do furoshiki, para o formato retângulo do tenugui, a nova tendência…
“De forma despretensiosa, Celso Rizzi leva o leitor a ingressar nesse mundo “Chorão” acerca de temas não muito cogitados e por vezes muito deles ávidos de conhecimento ou curiosidade acerca da história desse gênero. Constitui uma coletânea de informações, cujo objetivo é demonstrar os atributos de nossa mais importante manifestação.
Os relatos aqui contidos são frutos de peregrinações de anos de pesquisa. Celso Rizzi é um desses observadores inquietos, documentarista sensível e apaixonado cuidadosamente sensato e brilhante, demonstrando total erudição no tema em questão.
Nas páginas do presente trabalho, os leitores encontrarão informações sobre a grande maioria dos Chorões brasileiros, compositores antigos e atuais, intérpretes, dirigentes – muitos já falecidos, outros esquecidos – bem como aqueles que tiveram o privilégio de ingressar na vida artística e se conservarem ainda em certa evidencia. Encontrarão ainda um enorme relato sobre a discografia do gênero – e com tanta informação, toca ainda em outra motivação bastante significativa: o desejo de contribuir para a formação de uma consciência musical brasileira – “a nossa mais verdadeira pura manifestação”. Reúne vários episódios rigorosamente estudados e pesquisados, e garanto, não será decepcionante para quem espera considerações intelectuais.”
Izaias Bueno de Almeida
Reunião de artigos inquietantes do jornalista e empresário Pyr Marcondes para o ProXXIma e para a Exame revelam desafios da Transformação Digital e o futuro da tecnologia e da inovação nas empresas.
Os temas variam de 5G, internet das coisas, cidades inteligentes, inteligência artificial, internet e computação quântica e a exponencialidade tecnológica até como…
O que quer o público de teatro? Até que ponto o teatro é uma ameaça ao fascismo e à intolerância? O que é um bom ator? São algumas das questões abordadas nos quatro ensaios que compõem O Ator Impuro, do dramaturgo e pesquisador Afonso Nilson B. de Souza.
Neste livro, o autor reflete sobre algumas das questões mais urgentes para as artes cênicas no…
O colecionador de sombras reúne pela primeira vez a produção do jornalista Sérgio Augusto sobre cinema. A obra chega aos leitores exclusivamente em formato digital.
“Sérgio Augusto é, até onde sei, o único filho intelectual de um estranho casal formado pelo Cahiers du Cinéma e a New Yorker.”
“Os 66 textos que agora aparecem em sua tela são reflexo, em vários sentidos, da tela à qual dedicou grande parte de uma carreira brilhante, que em quase seis décadas passou pelo melhor do jornalismo brasileiro, dos jornais e revistas mainstream aos momentos heroicos e decisivos do Opinião e do Pasquim.”
“Assim arrumados em livro, estes ensaios publicados no Estado de S. Paulo entre 2001 e 2015 formam uma espécie de autobiografia intelectual e sentimental do jovem que ao ler uma crítica de Moniz Vianna decidiu: “‘É isto que eu quero ser na vida’. Ou seja, ser capaz de assistir a um filme e depois escrever uma porção de coisas inteligentes a seu respeito”. Um projeto que, como se viu e verá aqui, saiu melhor do que a encomenda.”
Trechos do prefácio inédito, por Paulo Roberto Pires.
Pela primeira vez reunida, obra dramatúrgica individual de Felipe Pinheiro (1960-1993). São duas peças de teatro, sendo uma inédita, uma série para TV e oito esquetes. Além disso, inclui a peça Will, composta de cenas e sonetos de Shakespeare.
Com prefácio de Fernando Torres e Amir Haddad.
“Ao cultíssimo Felipe, coube uma existência gauche. Ele possuía o ardil dos perdedores, a argúcia dos fracos e a graça…
O Orpheon Carlos Gomes foi uma sociedade musical e coral que funcionou em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, entre 1897 e 1900. A instituição realizava concertos em suas sedes e em espaços da cidade, apresentando músicos profissionais e amadores, além de seu coro, que foi dirigido por Alberto Nepomuceno e Barrozo Netto, entre outros. O repertório do coro era constituído por obras do século XIX a cappella, principalmente…
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