Livros

Post streptum: espólio

R$68,90

Não se sabe se o livro, matéria delicada, há de integrar ou não a obra do autor defunto que (com estrépito de ensurdecer) abandonou o curriculum vitae em fins de 2022. Em tal caso trata-se de óbvio espólio, a par de bondade…

Prazer

R$4,90

A rotina e as mulheres de um garoto de programas, o corpo como trajetória, o prazer como fuga e as fugas do prazer.

Bolívar Torres nasceu em Porto Alegre, mas reside no Rio de Janeiro. Trabalhou como repórter e editor no Jornal do Brasil, e atualmente é editor-assistente no jornal O Globo. Publicou o livro de contos O Cronista, pela Oficina Raquel e o romance Não muito, pela 7Letras.

Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

Profissão: poeta

R$14,90

Oito longas entrevistas com o poeta Armando Freitas Filho cobrindo um período de 15 anos estão no centro deste livro. Nas margens: uma seleção de poemas organizada pelo próprio Armando e um perfil biográfico do poeta escrito por Francesca Angiolillo.Porta de entrada para o universo poético e íntimo de um dos nomes centrais da poesia moderna brasileira. Labirinto da mente e do coração do artista.Prevendo a tentação de oferecermos este livro como uma espécie de “Armando por ele mesmo”, o poeta avisa: “Não se fie muito em quem introduz o seu próprio conteúdo nesses tempos contaminados e perigosos.” Fica o convite para que o leitor se arrisque nessas páginas de registros e tempos múltiplos.

Psicologia de massas e bolsonarismo

R$62,90

A noção, contida nos escritos de Freud, de formação de grupos, que ultrapassa em muito a mera reunião de um certo número de indivíduos, é o que vai sustentar o trabalho de pesquisa apresentado neste livro. Charles Melman acredita que o desafio para a psicanálise hoje “é saber se ela será capaz de preservar o que é característica da humanidade, isto é, sua possibilidade de análise, reflexão e escolha de suas condutas diante da mutação cultural que se apresenta”.

Com este livro, Rita, movida pela questão do que levaria as pessoas a aderir a líderes e grupos que promovem a opressão e a subserviência do outro…

Quebranto

R$11,90

A angústia de um escravo diante da iminência de uma caçada humana. Uma Maria inquieta que reencontra ao acaso o ex-namorado depois de anos. Um balconista de padaria se preparando para os embates de uma melancólica ceia de Natal. Um jovem recenseador, vagando sozinho por espaços vazios e por vezes até fantasmagóricas de tão ermos, na expectativa de reencontrar um antigo e misterioso colega de escola desparecido. Cada um dos personagens deste livro, em certa medida esperançosos e em busca de algum tipo de redenção, nos oferece um generoso encontro com nossas próprias inquietações.

Com uma linguagem simples e personagens cativantes, Marcos Vinícius Almeida se propõe a revisitar um espaço relativamente esquecido na ficção atual: o interior – pobre, periférico e em vias de extinção. E não há qualquer sombra de bucolismo. O interior presente nas dez narrativas aqui reunidas, tanto o geográfico quanto o psicológico, nem sempre é acolhedor. É hostil, e por vezes, até cruel.

Quem mexeu no meu trema?

R$11,90

Max Gehringer é um autor best seller em assuntos do mundo corporativo. Referência para quem busca conselhos sobre carreira, Max nos traz neste livro uma recomendação fundamental: aprenda antes de mais nada a escrever corretamente o português.

Ao longo da vida o autor foi sempre um curioso e estudioso da língua portuguesa, seu principal instrumento de trabalho. Nesta obra, ele reúne o resultado de uma pesquisa de anos sobre as mudanças ortográficas e suas consequências para o português do Brasil. Saindo completamente da abordagem acadêmica, Quem mexeu no meu trema vai levar o leitor por uma viagem saborosa e agradável pelas aventuras e desventuras da história da nossa língua, sempre de forma leve e bem-humorada.

Por que a palavra dançar passou a ser escrita com s e depois voltou a ser grafada com ç? Como e onde começou a história da escrita? Por que não há um acordo ortográfico definitivo?

Um livro para você aprender sobre o nosso idioma e conhecer decisões surpreendentes e momentos cômicos no desenvolvimento da nossa língua e cultura.

Quem sou eu: meu epitáfio

R$4,99

Em “Quem sou eu: meu epitáfio”, Mayara Lima é humana e artista; procura esclarecer sua própria identidade em versos, encontrando-se em meio às inúmeras facetas experienciadas pelo ser humano na construção de sua identidade. Ora real, está no mundo da literariedade, e é comerciante, psicóloga, doadora de livros para bibliotecas; ora figurada, flutua no ar da linguagem poética e é metamorfose, contradição…

Rachel Rachel

R$14,90

“Eu me prometi, várias vezes, por vários anos, fazer um livro de fôlego sobre Rachel [de Queiroz]. Analisar sua obra moderna, seu perfil feminista, sua paixão política, seu estilo único, sua firmeza no trato com a palavra. Mas nunca escrevi esse livro […].”Se o livro de fôlego nunca foi escrito, podemos saborear em “Rachel Rachel” os ensaios e fragmentos de Heloisa Buarque de Hollanda para a realização dessa grande obra que, paradoxalmente, se revela aqui por inteira.O livro inclui os seguintes textos: “A roupa de Raquel um estudo sem importância”; “Rachel de Queiroz, profissão jornalista”; “Como entender Rachel de Queiroz?”; “O ethos Rachel”. E ainda o belo texto escrito por Heloisa e Rachel a quatro mãos “Dona Fideralina de Lavras”.

Recapitulação

R$4,90

Neste conto inédito, Maria Valéria Rezende revisita nada menos que o romance mais debatido, por leigos e especialistas, da literatura brasileira: Dom Casmurro, de Machado de Assis.

Para o eterno mistério da traição de Capitu, a autora propõe uma solução engenhosa, fazendo jus ao romance, e ilumina questões contemporâneas urgentes. Não seria demasiado afirmar que este conto joga nova luz à leitura do clássico de Machado.

Recitações

R$36,90

Prosseguindo as Citações, e irônico desde o título, pelo declamatório que implica a público ausente, o livro troça com travo, ora amargo, ora picante, da condição solitária do escritor. Não chamando a atenção pública as manobras por vezes circenses, só resta ao poeta reafirmar sua condição de pária no achado literário da cediça fórmula liminar das citações jurídicas — “Faço saber a quantos interessar possa…” ciente que não interessarão a ninguém as intimações poéticas de quem perdeu a autoridade.

Regras de fuga

R$7,90

Coletânea de poemas escritos entre 2008 e 2015, período no qual o poeta personagem usou experiências pessoais – solidão, divórcio, depressão, bebedeiras, homoerotismo etc. – como desculpa para escrever sobre o que considera ser uma condição do homem contemporâneo: um ser permanentemente em fuga de si mesmo. Fuga duplamente impossível, porque, desde já, configura também um retorno, mas um retorno sem objeto. Imerso nessa condição absurda, o poeta personagem não deixa, porém, de entrever os momentos de beleza que, raros mas insistentes, contaminam o caos da vida mundana.

Respirando

R$8,90

“Quem tem um alien desenvolvido sofre e faz sofrer. Há relações entre os aliens de duas pessoas que se consomem mutuamente. É tristeza que transborda e machuca, um desperdício de tempo e vida.

Aliens são sabotadores da felicidade. Ao primeiro sinal de bem-estar, lá vêm eles apontando o que está errado, buscando a porta de saída, olhando o que falta, o que poderia ser diferente. Sim, aliens adoram o futuro do pretérito: poderia, deveria, seria, estaria, melhoraria, gostaria. Tudo iria, mas não vai, porque o alien vive da incompletude, da falta, da incerteza, da dúvida. Aliens se alimentam do ideal que não chega.

Aliens detestam dormir junto, pernas enroscadas debaixo do cobertor, Sessão da Tarde em dia frio, pipoca, vinho e bate-papo, música, viagens e todas essas coisas que aproximam as pessoas da essência do encontro. Aliens gostam de jogos, de manipulação, de bancar o detetive, de traição, de culpa, de expor as fraquezas do outro, de torná-lo menor, de virar as costas, de dubiedade, de confundir. Aliens adoram a escuridão, o que não é dito, profecias autorrealizadas. Aliens adoram a frase ‘Eu te disse!’.”

Rua sem Saída

R$4,90

Vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria romance de estreia em 2018 com O peso do pássaro morto, Aline Bei, neste conto que se mantém do início ao fim equilibrando de forma tensa o prosaico e o poético, toca em um dos pontos centrais da vida contemporânea: a solidão.

Rubores

R$14,90

Leandro Jardim publicou anteriormente dois livros de poesia: Todas as vozes cantam (7Letras, 2008) e Os poemas que não gostamos de nossos poetas preferidos (e outros exercícios ensimesmados) (Orpheu, 2010). Desde então, Jardim se dedica à composição em parcerias com músicos como Matheus Von Krüger, Rafael Gryner, Diogo Cavadal e Anna Clara Valente. Ele mantém o blog “Elefantes na varanda” (http://leandrojardim.blogspot.com.br/), dedicado à música e à literatura.

Segundo Ramon Mello, autor de Vinis mofados (Língua Geral, 2009) e Poemas tirados de notícias de jornal (Móbile, 2012), o autor retrabalha sua relação com a poesia na forma da prosa. Assim, Jardim trata de forma delicada o texto e proporciona “um jogo de revelações, simulações e transformações” onde “em cada história acompanhamos a busca pela significação da vida e seus mistérios”. Já Antônio Xerxenesky, autor de Areia nos dentes (2008/2010) e A página assombrada por fantasmas (2011, ambos pela Rocco), afirma se tratar de uma estreia vigorosa. Em seu prefácio, também menciona a ligação entre a prosa e a poesia e a criação literária em si. “Para a sorte do leitor, Leandro Jardim se atira de cabeça em ambos, construindo uma prosa inquieta, repleta de narradores movidos pela curiosidade”, destaca.

Sabedoria do silêncio

R$11,90

Desde tempos imemoriais que o Hermetismo e a Rosacruz estão presentes na história do pensamento. Os seus esforços por libertar o ser humano da ignorância, por lhe transmitir um conhecimento mais aprofundado das coisas e, assim, elevá-lo a uma maior liberdade de consciência, deixaram uma marca indelével no humanismo ocidental.

De onde jorra a fonte deste progresso civilizacional da humanidade? Diz Hermes Trismegistos: “Da Sabedoria que pensa no Silêncio, e da Semente que é o Único Bem”.

Safada

R$9,90

Polêmica, a autora homenageia Catherine Millet e Paulo Coelho numa ousada mistura de orgia e misticismo, sexo e magia. Sua prosa clara e engajada não falha em impactar o leitor para além do bem e do mal. Em tempos de moralismos exacerbados, esta obra é um manifesto pela liberdade, original e divertido, que nocauteia sem medo essas bandeiras empoeiradas.

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