O Orpheon Carlos Gomes foi uma sociedade musical e coral que funcionou em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, entre 1897 e 1900. A instituição realizava concertos em suas sedes e em espaços da cidade, apresentando músicos profissionais e amadores, além de seu coro, que foi dirigido por Alberto Nepomuceno e Barrozo Netto, entre outros. O repertório do coro era constituído por obras do século XIX a cappella, principalmente europeia, mas também participou de alguns concertos corais-sinfônicos com obras de vulto. Sua história é contada a partir dos periódicos da época, disponíveis na Hemeroteca Digital Brasileira da Biblioteca Nacional, e da bibliografia existente sobre o Rio de Janeiro da primeira década da República, destacando aspectos sociais, culturais, econômicos, políticos e administrativos.
Quem mexeu no meu trema?
R$11,90Max Gehringer é um autor best seller em assuntos do mundo corporativo. Referência para quem busca conselhos sobre carreira, Max nos traz neste livro uma recomendação fundamental: aprenda antes de mais nada a escrever corretamente o português.
Ao longo da vida o autor foi sempre um curioso e estudioso da língua portuguesa, seu principal instrumento de trabalho. Nesta obra, ele reúne o resultado de uma pesquisa de anos sobre as mudanças ortográficas e suas consequências para o português do Brasil. Saindo completamente da abordagem acadêmica, Quem mexeu no meu trema vai levar o leitor por uma viagem saborosa e agradável pelas aventuras e desventuras da história da nossa língua, sempre de forma leve e bem-humorada.
Por que a palavra dançar passou a ser escrita com s e depois voltou a ser grafada com ç? Como e onde começou a história da escrita? Por que não há um acordo ortográfico definitivo?
Um livro para você aprender sobre o nosso idioma e conhecer decisões surpreendentes e momentos cômicos no desenvolvimento da nossa língua e cultura.


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