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The book is on the tablet

ISBN: 9788567080000

“Em ‘Dezembros’, crônica sobre como era o Natal de sua infância, Alberto Villas conta que tudo começava quando seu pai descia do sótão com vários caixotes cheios de coisas: personagens do presépio, bolas de árvore, enfeites variados e discos de vinil com canções natalinas. Os objetos vinham forrados com páginas de jornais velhos, trazendo notícias de um ano atrás, que eram lidas sempre com diversão, apesar de empoeiradas no caso, tanto as páginas quanto as notícias.As crônicas de Alberto Villas, originalmente publicadas no site da Carta Capital e agora reunidas neste e-book com o nome sugestivo de The book is on the tablet, poderiam ser imaginadas assim: páginas amareladas de um jornal, espécie de catálogo com o nome dos mortos. Isso porque Villas escreve não sobre a última novidade ou a polêmica da semana, e sim a respeito daquilo que está prestes a desaparecer ou já desapareceu, como a banana Split das Lojas Americanas e o refrigerante Crush que, salvo engano, ninguém com menos de 30 anos conhece. O charme de suas crônicas, em grande parte, está nesta espécie de anacronismo. E o nosso prazer, como leitores, poderia também ser comparado ao daquelas crianças que, ao desempacotar os enfeites de Natal, se divertem com as notícias de um ano atrás.”Trecho do prefácio, por Victor da Rosa.

“Em ‘Dezembros’, crônica sobre como era o Natal de sua infância, Alberto Villas conta que tudo começava quando seu pai descia do sótão com vários caixotes cheios de coisas: personagens do presépio, bolas de árvore, enfeites variados e discos de vinil com canções natalinas. Os objetos vinham forrados com páginas de jornais velhos, trazendo notícias de um ano atrás, que eram lidas sempre com diversão, apesar de empoeiradas no caso, tanto as páginas quanto as notícias.As crônicas de Alberto Villas, originalmente publicadas no site da Carta Capital e agora reunidas neste e-book com o nome sugestivo de The book is on the tablet, poderiam ser imaginadas assim: páginas amareladas de um jornal, espécie de catálogo com o nome dos mortos. Isso porque Villas escreve não sobre a última novidade ou a polêmica da semana, e sim a respeito daquilo que está prestes a desaparecer ou já desapareceu, como a banana Split das Lojas Americanas e o refrigerante Crush que, salvo engano, ninguém com menos de 30 anos conhece. O charme de suas crônicas, em grande parte, está nesta espécie de anacronismo. E o nosso prazer, como leitores, poderia também ser comparado ao daquelas crianças que, ao desempacotar os enfeites de Natal, se divertem com as notícias de um ano atrás.”Trecho do prefácio, por Victor da Rosa.

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