crônicas

50 anos daquele 64

R$9,90

50 anos daquele 64 é o fanzine que o Coletivo Martelinho de Ouro preparou para pensar o Golpe de 1964. Idealizado por Marcelino Freire para ser distribuído na Vigília pela Liberdade, que aconteceu em São Paulo, no Espaço dos Satyros, entre 30 de março e 1º de abril de 2014, traz contos, crônicas e ilustrações sobre medo e falta de liberdade no período da ditadura.

O projeto gráfico e as ilustrações são de Rodrigo Terra Vargas. A organização é de Regina Junqueira. O Coletivo Martelinho de Ouro é formado por Concha Celestino, Cris Gonzalez, Deborah Dornellas, Eliana Castro, Fatima Oliveira, Flávia Helena, Gabriela Colombo, Gabriela Fonseca, Izilda Bichara, Lucimar Mutarelli, Paula Bajer Fernandes, Regina Junqueira, Silvia Camossa e Teresinha Theodoro.

A magia erótico-herética de Rubem Alves

R$9,90

Rubem Alves definiu a si mesmo como um pensador erótico-herético. E com razão. A sua visão das coisas subverte a ordem comum, feito magia, enfeitiçando-nos a ponto de nos incendiar o corpo e o espírito em paixão pela vida. Em crônicas saborosas, com um estilo fluido e envolvente, este livro nos leva a um passeio pelo jardim de ideias que Rubem Alves deixou plantado, onde o autor, como um guia perspicaz, aproveita para nos apresentar pensamentos que mexem profundamente conosco, despertando-nos para a magia que brota em todos os cantos desta apaixonante aventura de viver.

Amar é bom

R$14,90

“Leniza Castello Branco nos brinda com um lançamento cujo tema tem sido abordado desde a autoajuda até a mais sofisticada psicanálise. O tema do amor e do relacionamento constitui quiçá o maior desafio da natureza humana. Ávidos por respostas que elucidem um tremendo enigma, as pessoas recorrem a toda fonte de explicações e de análises ou, ainda, a previsões esotéricas.

O diferencial de Leniza é sua linguagem acessível e profunda ao mesmo tempo. Consegue a arte de reunir a experiência profissional de anos como analista e a apurada e sensível percepção dos seres humanos, de seus anseios e procuras. (…)

O livro é convidativo e oferece um diálogo certamente proveitoso para entender situações de conflito nos relacionamentos de parceria, familiares, entre pais e filhos, e vislumbrar recursos para melhor lidar com eles.”

(trecho do prefácio, por Liliana Liviano Wahba)

Dividido em 12 seções principais – conquista, crises, dinheiro, família, indecisão, maturidade, planos, separação, sexo, traição, ciúmes, violência –, o livro apresenta mais de 80 crônicas para tornar o seu relacionamento mais feliz e, por fim, permitir que você afirme com todas as letras que amar é bom.

Crônica de segunda

R$11,90

Crítico e cronista, Victor da Rosa vem despontando como uma das presenças mais animadoras das novas gerações. Bastante desenvolto para sugerir diálogos entre fragmentos da cultura erudita ou não e registros de toda ordem da experiência social e pessoal, conhecendo a tradição do gênero crônica no Brasil, Victor da Rosa assina há tempos uma coluna no Diário Catarinense em que mistura crônica, crítica, diário e ensaio, cobrindo um arco que vai desde os acontecimentos mais comezinhos aos grandes temas que mobilizam a sociedade. E isto tudo com singular humor.

Crônicas da Bruzundanga

R$20,90

Os textos selecionados para esta edição tratam, por um lado, daquilo que Lima Barreto chamava de literatura militante, e, por outro, como essa atuação acontecia nos periódicos. Nesse sentido, o leitor tem aqui uma mistura de ensaios, crônicas, contos e cartas que discutem a inserção do escritor naquele princípio de sociedade de massa no Brasil. Junto com a caricatura, a fotografia e o cinema, a literatura breve era, naquele momento, um dos meios mais eficazes nos esforços de comunicação de massa. Lima Barreto vê nesse novo contexto uma possibilidade de utilizar a arte literária como motor de mudança de mentalidades, focando principalmente o público de trabalhadores de colarinho branco que surgiam naquele momento, muitos deles recém-alfabetizados, e que se espalhavam pelos subúrbios das grandes cidades ou viviam em outras regiões do país.

O conto “A nova Califórnia” inicia a seleção que aqui apresentamos. A versão que trazemos a público pela primeira vez foi publicada originalmente na Revista Americana em março de 1911, e é não só um exemplo da intensa relação que o autor manteve com a imprensa e de sua perspectiva sobre o que significava fazer literatura na emergente sociedade de massas, mas também de sua crescente reputação no meio literário da época.

O ensaio “A literatura militante de Lima Barreto”, de autoria do pesquisador e organizador desta obra, Felipe Botelho Corrêa, abre o livro.

Enquanto o tempo não passa

R$14,90

Com extrema sensibilidade, inteligência e capacidade de interpretação do aspecto psicológico dos personagens das histórias escolhidas, Stella Florence nos oferece nesta obra crônicas sobre a arte nas suas mais diversas manifestações: filmes, livros, peças, canções. Ela transita pelo mito de O fantasma da ópera às canções de Lupicínio Rodrigues, de O poderoso chefão a Franz Kafka, de Branca de neve a O crepúsculo dos deuses. Leveza e pontos para se  refletir tem de sobra em Enquanto o tempo não passa, um livro delicado e profundo, que pode ser lido de várias maneiras. Ideal para estes tempos diferentes de tudo que já experimentamos.

Entre o frango e a crônica

R$7,90

Um frango atirado, uma árvore caída, uma lata de parafusos, um pedido de casamento. Entre o Frango e a Crônica traz uma breve seleção de crônicas onde os pequenos contratempos cotidianos encontram o bizarro e o inverossímil, numa narrativa descontraída e irreverente.

Loucura de estimação

R$14,90

Loucura de estimação é uma doença afetiva da qual você não consegue se curar, uma paixão sem tréguas, um vício agridoce que te alimenta e te devora. Apesar de essa criatura não te amar, de ela não te querer e de todos os enganos que você vê, ainda assim, estar sob o seu jugo aflito é o que você mais deseja.

Montado no ponteiro grande do relógio

R$14,90

Livro de estreia de Ricardo Filho para o público adulto, lançado exclusivamente em formato digital, Montado no ponteiro grande do relógio recupera a tradição do flâneur: figura que vaga despreocupadamente pela cidade encontrando ao acaso diversas possibilidades de construção de significados. Diferentemente da celebração da metrópole proposta pelo flâneur típico da Belle Époque, Ricardo Filho sabe que a cidade contemporânea acabou por catalisar todas as angústias e crises ainda não evidentes durante aquele início festivo da modernidade urbana. Não haveria mais o que celebrar. Ou haveria?

Com escrita seca e econômica, e certa casmurrice, Ricardo Fillho escreve minicrônicas que a todo momento nos fazem questionar quem é esse narrador que adora Rolling Stones, se entristece com os rumos da cidade de São Paulo e que, apesar de encontrar pequenas alegrias no cotidiano de cidades interioranas, é um homem urbano por natureza. Misturando ódio e lirismo, e um tipo de humor cada vez mais raro porque altamente reflexivo, identificamos no narrador do livro um sujeito capaz de concentrar e expressar todas as dores e as delícias de se viver a experiência caótica, mas irresistível, da vida na cidade.

Se muito do que foi prometido pelos famosos andarilhos parisienses de 100 anos atrás nunca se cumpriu, é certo que Ricardo Filho nos leva a refletir sobre a possibilidade de ainda se celebrar a vida na cidade mesmo com tantas frustrações. Apenas em meio ao caos urbano é possível criar um mínimo de sentido para as nossas vidas neste início de século.

O corpo

R$0,00

Começa com um frêmito, uma excitação leve que nos percorre o corpo. Depois, somos seduzidos, enfeitiçados, até que a paixão nos desperta o entusiasmo de viver. É assim que esta saborosa crônica nos conduz por uma narrativa encantada, provocante e, ao nos sensibilizar para a beleza da vida, transformadora.

The book is on the tablet

R$14,90

“Em ‘Dezembros’, crônica sobre como era o Natal de sua infância, Alberto Villas conta que tudo começava quando seu pai descia do sótão com vários caixotes cheios de coisas: personagens do presépio, bolas de árvore, enfeites variados e discos de vinil com canções natalinas. Os objetos vinham forrados com páginas de jornais velhos, trazendo notícias de um ano atrás, que eram lidas sempre com diversão, apesar de empoeiradas no caso, tanto as páginas quanto as notícias.As crônicas de Alberto Villas, originalmente publicadas no site da Carta Capital e agora reunidas neste e-book com o nome sugestivo de The book is on the tablet, poderiam ser imaginadas assim: páginas amareladas de um jornal, espécie de catálogo com o nome dos mortos. Isso porque Villas escreve não sobre a última novidade ou a polêmica da semana, e sim a respeito daquilo que está prestes a desaparecer ou já desapareceu, como a banana Split das Lojas Americanas e o refrigerante Crush que, salvo engano, ninguém com menos de 30 anos conhece. O charme de suas crônicas, em grande parte, está nesta espécie de anacronismo. E o nosso prazer, como leitores, poderia também ser comparado ao daquelas crianças que, ao desempacotar os enfeites de Natal, se divertem com as notícias de um ano atrás.”Trecho do prefácio, por Victor da Rosa.