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Há tempos a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty – já faz parte do meu calendário como leitor e editor. É sempre com muito ânimo e expectativa que vou, fora a alegria de encontrar muitos amigos pelas ruas. Mas não vai ter pra mim Flip igual a esta! Lançamos o livro de cartas da Hilda Hilst com Mora Fuentes durante o evento numa casa especialmente dedicada à autora homenageada desta edição do evento. E, muito mais que discutir o meu primeiro livro publicado como autor, foi um mergulho de peito aberto, sem proteção ou reservas, nos meus próprios medos, dúvidas e receios. Uma enorme desconstrução.
Sorte a minha ter feito esse percurso com gente finíssima. Mediadores, colegas de mesa, curadores. Deixo o registo abaixo.
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MINIMARATONA PHILIP ROTH – A política da vida
Não dava para passar a Flip deste ano sem falar em Roth. Iniciativa excelente da Revista Quatro Cinco Um! Bati um papo aberto e aprofundado com a antropóloga Lilia Schwarcz, os jornalistas Sérgio Dávila e Patrícia Campos Mello (Folha de S. Paulo) e mediação de Paulo Werneck, editor da revista. Aprendi muito. Leia mais.
TUDO QUE É BELO – Histórias reais contadas ao vivo
Baseado no The Moth, um dos mais bem-sucedidos projetos de contação de histórias dos Estados Unidos, o evento fechava a programação diária da Casa de Não Ficção Época & Vogue na Flip.
Fui convidado a apresentar meu relato ao lado da Zélia Duncan e do Gregorio Duvivier. Uma experiência bastante intensa falar sem a mediação do meu livro. Leia mais.
EDUCAÇÃO PELA PERDA
Um papo sobre forma literária e experiência pessoal no Café Literário do Sesc com o escritor Marcelo Moutinho. A mediação foi de Rodrigo Casarin. Assista ao vídeo.
AUSÊNCIA DE SENTIDO
Conversa com a Monja Coen e mediação da jornalista Fernanda Mena na Casa da Folha de São Paulo em Paraty. Luto, morte, vida e narrativas ficcionais. Veja mais.
Tiago Ferro
foto @marianavieira

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