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R$44,90Uma história criativa, cheia de camadas e de intimidade: entramos pela porta do quarto dos personagens que nos provocam a viver seus desejos mais quentes. O que você daria de mais exclusivo de seu corpo…
Uma história criativa, cheia de camadas e de intimidade: entramos pela porta do quarto dos personagens que nos provocam a viver seus desejos mais quentes. O que você daria de mais exclusivo de seu corpo…
Nesta obra, o economista Paulo R. Haddad reúne sete ensaios que refletem sua visão crítica e estratégica sobre os principais desafios socioeconômicos do Brasil contemporâneo. Com foco em políticas públicas, sustentabilidade e inovação…
Com Buenos Aires, livro aberto, João Correia Filho dá continuidade à série de guias que trouxe à tona a urbanidade poética de Lisboa, Paris e São Paulo, e inauguraram um novo estilo de livros de viagem. Lisboa em Pessoa, por exemplo, foi agraciado com o Prêmio Jabuti, em 2012, na Categoria Turismo. Buenos Aires, livro aberto volta os olhos para a capital argentina e propõem revisitá-la a partir do universo de seus escritores, como Jorge Luis Borges, Julio Cortázar, Ernesto Sabato, Ricardo Piglia, Victoria e Silvina Ocampo, Alfonsina Storni, Roberto Arlt e muitos outros. As casas em que viveram, as livrarias em que estiveram, as ruas por onde passaram, os bares e cafés que frequentaram e muitos dos locais descritos em suas obras estão presentes em sete roteiros especiais. Você conhecerá Buenos Aires auxiliado por ferramentas que só um livro digital e a internet podem oferecer – recursos do Google Maps, vídeos, música, uma galeria com mais de 100 imagens e um mundo de informações que complementam e atualizam a viagem, sem que isso pese na sua bagagem. Ou seja, você terá a cidade literalmente na palma da sua mão, e poderá se deixar levar inteiramente por sua poesia, soltar a imaginação e manter a emoção à flor da pele. Afinal, é disso que se constituem as grandes viagens.
Um buraco negro. Um buraco na rua, na memória, no corpo.
Escrever sobre buracos. Esse foi o tema do desafio proposto para Ana Estaregui por Noemi Jaffe, curadora do Selo JOTA.
Em 41 diferentes versões, Estaregui leva ao limite da forma um tema aparentemente simples, mas que percorre diferentes temporalidades e culturas. Do registro epistolar ao filosófico, passando pela banalidade da publicidade e das listas, os textos aqui reunidos ganham força surpreendente através da prosa livre e fragmentária da autora.
A ideia original do Selo JOTA partiu do pioneiro e consagrado Oulipo, grupo de escritores entre os quais se incluíam Italo Calvino, Raymond Queneau e Georges Perec. Todos os livros do JOTA partem de um desafio, de restrições narrativas que, por paradoxal que pareça, atuam de maneira a incrementar o texto ficcional.
Há som, quando uma árvore desaba numa floresta, se não tiver alguém para ouvir? Não, a queda da árvore gera vibrações. O som só ocorre se elas forem percebidas por um ser vivo!
Talvez o que eu perceba como uma cor e cheiro, não é exatamente igual à cor e cheiro que você percebe, e isso nunca saberemos.
Quando olhamos para um céu estrelado, vemos um antigo mosaico temporal, já que a luz que chega até nós partiu de cada estrela há muito tempo, e em momentos distintos.
O que enxergamos depende de nossas expectativas, daquilo que esperamos encontrar, embrulhadas em emoções de medo, raiva, compaixão…
Pessoas, escolas, livros, palavras escritas ou ditas também nos mostram o mundo, sob variadíssimas formas que dependem da experiência pessoal, aprendizado, imaginação, memória, e valores. Conhecer o mundo é um exercício de conexão.
A comunicação é o processo por meio do qual fazemos as trocas de mensagens – o que nos aproxima e o que nos distancia do outro. Pela maneira como usamos nossos sentidos, nossos conhecimentos, emoções, experiências e motivação construímos uma ponte ou uma barreira entre nós e os outros.
Cá Entre Nós é uma tentativa de facilitar a construção de pontes.
Com os dedos nas feridas abertas pela catástrofe nacional, Felipe Catalani se coloca diante das “fraturas de um Brasil anômico”, fustigando a suspeitosa contraposição exposta entre a sangria desatada pela extrema direita e as frágeis ataduras do progressismo. Agora não basta apenas insistir na…
Caderno de artista, inspirado pelos trabalhos de Pessoa, Chagall e Kafka, é um livro feito de desenhos, sonhos, versos, anotações, passagens. Gestos e palavras, traços que conduzem a mão, ou vice-versa. A mão que desenha é a que escreve. Os cadernos se deixam preencher, tomam vitalidade, o íntimo se espraia, o coração se expõe.
“O rosto do seu pai não está em nenhuma fotografia, escreveu. É um nome numa carta, uma fileira de letras erguidas no ar. O rosto da sua mãe está numa única foto dada pelo avô com a sentença, foi o que restou.” Uma tocante narrativa onde a memória e a fotografia investigam a solidão da existência. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.
Xico Sá redescobre o possível encanto do dia a dia por meio da releitura da própria história da crônica e da cultura popular, pois “é no caos, nunca no poste da história, que se busca uma verdade”. O claro enigma revela a engrenagem da máquina do mundo: no fundo, menos do que retrato oblíquo, a crônica, espelho sem moldura, inventa o mundo no qual enfim podemos nos reconhecer.
Capim miúdo apresenta uma série de histórias curtíssimas, em que só cabe o dia a dia das pessoas comuns. Com esses microcontos, o autor pretende provocar reflexão sobre o que é estar no mundo sempre e sempre sujeito às trapaças da sorte.
Com prefácio e organização de Italo Moriconi, a edição sai exclusivamente em e-book.
Sem acentos e sem vírgulas e com um fluxo certeiro, Alberto Lins Caldas constrói mais uma perspectiva com a língua e a ficção: uma faca só lâmina. “Carvão” é uma narrativa auto-extinguível ou um “desenho apagado das ruas o traço das poucas coisas talvez meus ossos aqui nessa toca amarela”. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.
Famosa por suas atuações marcantes no teatro, na televisão e no cinema brasileiros, Jandira Martini nos surpreende desta vez com sua verve literária. Casaco de astracã verde ou Em busca do bonde perdido é uma obra memorável, que conduz o leitor por uma prosa autobiográfica, pelas memórias marcantes da autora, mas de uma forma nada tradicional. E que memórias! Com um texto direto, enxuto e coloquial, Jandira nos leva a um delicioso passeio por blocos carnavalescos da sua Santos natal, por flashs da infância, por momentos dramáticos, sempre num tom que mescla lembranças e bom humor na medida certa. Contundente como toda diva do teatro, Jandira se expõe, revela sua travessia por uma doença séria, mas em nenhum momento sentimos lamentações, pelo contrario, ela lança mão da mordacidade, dos deuses do teatro e nos guia por momentos hilários da sua vida, mesmo quando conta da sala de cirurgia pela qual passou. É nas situações de maior tensão, que ela se socorre, de forma sutil, com muita propriedade e na hora certa, de Molière, Machado, Wilde, Shakespeare e outros deuses da escrita. O próprio título nos conta que a obra é nada menos do que uma madeleine, isso mesmo, a do Proust. Uma leitura deliciosa e inteligente, quem sabe um futuro monólogo de teatro – torcemos por isso! Boa leitura.
Castelo Schweinstein é uma fábula ao contrário. No alto de uma montanha reina soberano sobre a cidadezinha caipira Bergland, o castelo de porte médio (ihhh… eles não são tão ricos nem tão nobres…) Schweinstein. Nele vivem duas famílias: os nobres em plena decadência e a família de empregados que os servem. Um príncipe gay fã do Studio 54, uma princesa punk e os dois filhos drogados. A história do castelo e seus habitantes é narrada por Martin, filho dos zeladores, apaixonado por Franziska, a primogênita dos Schweinstein.
Esta novela é narrada por uma professora de ensino infantil que se dirige ao pai no momento em que ele está sendo velado. Ora com lirismo ora com ironia, “vomitando lembranças e esquecimentos e histórias e lacunas”, a narradora-personagem revela aspectos surpreendentes de sua vida sexual e de seu passado com a família. Castigo explicita que aqui se faz, aqui se paga: “um tapa surdo na boca”.
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