
Conheça a Peixe-elétrico, a revista de ensaios da Galáxia.
Textos que escapam ao formato acadêmico convencional, textos que exercitam a leitura como gesto crítico e a crítica como forma de intervenção pública.
imagem @ Galeria Anita Schwartz

Conheça a Peixe-elétrico, a revista de ensaios da Galáxia.
Textos que escapam ao formato acadêmico convencional, textos que exercitam a leitura como gesto crítico e a crítica como forma de intervenção pública.
imagem @ Galeria Anita Schwartz
Peixe-elétrico – Plataforma da nova geração é um convite ao pensamento aberto, crítico e inconformista.
Vinte intelectuais da nova geração enfrentam a difícil tarefa de pensar o Brasil contemporâneo. Inspirados no famoso livro Plataforma da nova geração de 1945, que teve entre seus convidados Antonio Candido e Paulo Emílio Sales Gomes, Peixe-elétrico enviou as seguintes questões, com o intuito de fornecer alguns caminhos para os textos de nossos convidados:
Diferente do livro original, por geração nos aproximamos do conceito de outsider – intelectuais que começam agora, independente da idade, a ganhar voz no meio acadêmico ou…
O grande engodo – Marcos Nobre
O cientista político pensa a chegada da extrema-direita no mundo e no Brasil, os impasses das ciências humanas para entender a realidade atual, o esvaziamento da ideia de futuro e o papel das lutas identitárias em cenário de esgotamento democrático.
Olhar como construção – Agnaldo Farias e Tuca Vieira
O crítico e professor da FAU analisa o ensaio fotográfico Dead End, de Tuca Vieira, que ilustra esta edição da revista. Gentrificação e arquitetura são os termos principais do jogo do olhar entre o dado e o construído.
Cágado – Ana Paula Pacheco
Entra em cena o nonsense nessa comédia ligeira como tentativa de dar conta do momento Bolsonaro do país.
Freud como grão-burguês e o patriarcado na psicanálise – Alessandra Martins Parente
A psicanalista se debruça sobre o “Moisés” de Freud seguindo os passos de Walter Benjamin e Willy Haas em “De cidadão do mundo a grão-burguês”.
Ensaio sobre a origem das línguas –Jean-Jacques Rousseau
Nova tradução e na íntegra do ensaio clássico.
Dossiê Literatura – Adriano Schwartz
Organizado pelo professor de literatura contemporânea da USP, nove ensaios de jovens críticos tratam de diversas faces e questões da produção literária do pós-Segunda Guerra até hoje, no Brasil e no mundo. São eles: Athos Morais Valverde Júnior, Ellen Maria Vasconcellos, Henrique Balbi, Isabela Cordeiro Lopes, Mell Brites, Natalia Timerman, Paulo Avelino, Rafael Vaz de Souza e Wilker Sousa. Estudam, respectivamente: Ricardo Lísias, Ben Lerner, Tiago Ferro, Alejandro Zambra, Art Spiegelman, Karl Ove Knausgård,Juan José Saer,Ricardo Piglia e Georges Perec.
Leia nesta edição:
Marxismo e Guerra
Étienne Balibar
Fascismo comum, sonho e história
Tales Ab’Sáber
Cartas
De Gilles Deleuze para Félix Guattari
Que horas são?
Zuca Sardan e Francisco Alvim
Nós não vamos pagar nada
Pedro Meira Monteiro
Deslocamentos e instabilidades na ficção de Luiz Alfredo Garcia-Roza
Adriano Schwartz
Canções pela vida toda
Ronald Polito
Tentação – Uma leitura do conto de Clarice Lispector
Fabiane Secches
Rubem Fonseca e o caso do testemunho ficcional
Lara Norgaard
A obra como vontade: uma experiência de escritura com Roland Barthes
Socorro Acioli
Chernóbyl – 30 anos e 1 dia depois (fotos)
Bianca Vasconcellos
Rap da República de Pindorama na Alemanha
Renata Martins
Nesta edição:
Loser – NUNO RAMOS
Ensaio baseado em palestra proferida em Berkley nos Estados Unidos, o artista plástico paulistano pensa sua obra a partir das diferenças entre se produzir cultura em regiões hegemônicas e não hegemônicas.
Direita e esquerda na literatura – ALFONSO BERARDINELLI
Um dos mais destacados críticos de nossos tempos, Berardinelli avalia o local da literatura e da modernidade a partir daqueles que considera autores-chave…
Em sua primeira edição especial, a revista Peixe-elétrico selecionou ensaios que discutem sob diversos ângulos o campo cultural a partir da obra do Prêmio Nobel de Literatura de 2016, Bob Dylan.
O britânico PERRY ANDERSON analisa em ensaio polêmico as origens e os limites das revoluções embaladas pelo rock and roll. Sem abrir mão do rigor marxista, Anderson explica porque Rolling Stones, sim e Beatles, não; Beach Boys, sim e Bob Dylan, não.
O crítico literário ALCIR PÉCORA resenha o livro de memórias de Dylan, Crônicas, e encontra uma nobre linhagem para o autor.
Também da área da crítica literária, Walnice Nogueira Galvão apresenta os motivos pelos quais a premiação de Dylan para o Nobel de Literatura não faz nenhum sentido. Os conflitos entre cultura engajada e cultura pop atravessam todo o ensaio.
RICARDO LÍSIAS, editor da Peixe-elétrico, resenha a única ficção de Bob Dylan, o livro Tarântula, que chega ao Brasil em nova tradução.
O escritor VICTOR HERINGER escreve sobre o momento em que soube da premiação, sua reação e posteriores reflexões a respeito de um ídolo pop receber o prêmio máximo da literatura mundial.
Uma série de fotos norte-americanas pertencentes à Biblioteca do Congresso ilustram esta edição.
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